Outubro 28 2009

Quem serão os participantes no meu estudo? Como serão seleccionados?

  • Como o meu projecto de dissertação consiste na implementação duma plataforma de gestão do conhecimento numa empresa da área da formação profissional, os participantes do meu estudo serão os formandos, formadores, clientes, fornecedores, administrativos e gerência que formam a comunidade que rodeia a empresa. Para além disso, tentarei efectuar entrevistas com outros administradores de sistemas, de modo a poder aferir das reais dificuldades e ferramentas que realmente funcionam e potenciam este modelo de gestão. Uma vez que a população alvo é de dimensão média, tentarei abranger o maior número possível de participantes, mais alguns entrevistados que se mostrem disponíveis para o mesmo.

Que dados necessito para o meu estudo?


  • Os dados necessários para o meu projecto de investigação serão relacionados com as funcionalidades que a população achar importantes para a referida plataforma e essa informação será cruzada com os resultados das entrevistas referidas, bem como outras informações retiradas do processo de investigação.

Como vou recolher os dados para o meu estudo? Que instrumentos preciso de adaptar/criar/validar e aplicar?


  • Os dados serão recolhidos através de questionários a desenvolver adaptados às necessidades do projecto, estudos já feitos relacionados com outras plataformas de gestão do conhecimento que comprovem ou refutem a utilização das mesmas, bem como das funcionalidades que as mesmas incorporem e as pretensas entrevistas direccionadas para obter respostas que se adeqúem e possam dar respostas à(s) minha(s) pergunta(s) de investigação.

 


Outubro 28 2009

A metodologia que me parece mais adequada para o meu projecto de investigação é a metodologias de investigação-acção, uma vez que o mesmo é um projecto real de implementação de uma plataforma de gestão de conhecimento, com especial enfoque nas redes sociais, bem como a definição das características que irão integrar a referida plataforma.

Neste projecto, é meu objectivo envolver a comunidade (formandos, formadores, clientes, fornecedores, administrativos e gerência) da empresa, onde me encontro incluído, o que facilita a interactividade com os mesmos e a correcta escolha de ferramentas e soluções adequadas aos interesses e necessidades dos participantes, tendo em atenção questões como a escalabilidade e tecnologias necessárias para que a plataforma possa continuar a crescer.


Outubro 28 2009

Podemos considerar a Gestão do Conhecimento como um modelo interdisciplinar, dentro de um determinado contexto, que visa a criação, codificação e partilha do conhecimento, potenciando os processos de aprendizagem de uma forma generalizada, bem como a inovação, com recurso a ferramentas tecnológicas a par de rotinas organizacionais.

O conhecimento é, muitas vezes, visto como o resultado das relações dos seres humanos com as comunidades e redes sociais em que os mesmos estão inseridos, normalmente através do estabelecimento de rotinas organizacionais, construindo assim um conhecimento empírico. Por outro lado, são as próprias pessoas que vão influenciar e interagir com as redes onde estão inseridas e assim modificar e acrescentar valor à própria constituição e organização das mesmas. Quanto maior for uma determinada comunidade, maior a diversidade de indivíduos, de ideias, de perspectivas e, por conseguinte, maior o conhecimento.

 

Alguns dos aspectos e possibilidades que se devem ter em consideração quando se pensa na Gestão do Conhecimento são:

  • Gerar novo conhecimento;
  • Incentivar e fomentar na comunidade a participação na construção do conhecimento;
  • Criar relações duradouras com os intervenientes nos processos de valorização;
  • Permitir o acesso a conhecimento válido de fontes externas;
  • Utilizar o conhecimento e as ferramentas acessíveis para a tomada de decisões;
  • Incorporar o conhecimento em processos, produtos e/ou serviços;
  • Representar o conhecimento em documentos, bases de dados e software;
  • Facilitar o crescimento do conhecimento através de uma cultura de partilha e de incentivos;
  • Transferir o conhecimento existente para outras partes da organização;
  • Medir e avaliar o valor dos elementos activos de conhecimento e do impacto da gestão de conhecimento.


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